28/11/2006

Não tenho onde ir

Levem-me daqui!

Livre como uma pedra

Sou como uma pedra lançada ao rio, mas a um rio sem nome. As pedras não têm nome, muito menos sabem ler.
Quem perturbou o meu sossego? Quem me quis afogar? Se fosse essa a intenção tinha sido em vão pois as pedras também não respiram. As pedras só ouvem, aprenderam a ouvir com o vento e os pássaros.
Agradeço a quem me tirou do meu lugar pois todos precisamos de mudar de vez em quando, ver a infinita novidade do mundo, as pedras não são excepção! Agora rumo à felicidade, à descoberta do meu imaginário. Obrigado pela liberdade!
Mas eu não sou mesmo uma pedra, sou como uma pedra, eu sou um contador de histórias, ex-poeta (começando a exprimir-me pelo verso, sendo por esse meio reconhecido pelos amigos). Hoje narro, sempre como narrador presente, tenho nome e vejo. Nem sempre vejo a verdade mas nunca tento omiti-la.
Hoje sou como uma pedra, uma pedra que alcançou a liberdade…

27/11/2006

Pára de me atormentar e Ama-me! (vida)

Chegou a altura de chegar-mos a um consenso, eu quero ser minimamente feliz, minimamente alegre e atingir minimamente os meus objectivos de vida(tu)...
Tens estado contra mim todo este tempo (exagero...). Ajuda-me tu sabes que consegues, eu ajudo-te a ajudar-me, aliás comecei hoje!
Faz com que as coisas importantes corram bem...
...Pára de me atormentar e Ama-me!

24/11/2006

Não me consigo afastar de mim mesmo

...Eu bem queria! Não sei o que se passa mas não estou a conseguir.

(Farto das tecnologias e de tudo o que a electrecidade nos trouxe... back to the roots'')

...Não sou o único...

“Eu estava fora de mim. Eu estava com uma camada de nervos tão grande que não sabia quem estava a matar… nem que estivessem lá 50 pessoas, mas quem me estava a fazer mal eram eles”

"Um fazendeiro luso-sul-africano foi encontrado morto na sua quinta em Rondebult, município de Germinston, a Leste de Joanesburgo, hoje de manhã, apresentando o corpo sinais de tortura e asfixiamento."

O sistema judicial português continua "bloqueado devido às acções por dívidas

"Rio Douro inunda cais da régua"

E assim gira o nosso mundo... e nós continuamos com um sorriso nos lábios, é preciso ter coragem!

Suicídio intelectual (in)voluntário

Já não aguento... Porquê tanta parvoice? Porquê para o meu lado? Vontade de me exprimir com regurgitos... A VIDA É MINHA! Tanta exigência e falsidade, mas que mal vos fiz eu? Que eu saiba nenhum. Mentes fechadas a tentar fechar a minha, mais do que nojo dá-me vontade de chorar... não vos perceberia nem que desse um giro de 360º! E hoje com o mundo como minha testemunha eu prometo... nunca hei de ser assim!
Pelo apreço que tenho por toda a gente eu afasto-me, quem está mal muda-se e eu estou à beira de um ataque!
Não preciso de um colo para chorar... preciso de algo para destruir...
O mundo já não é meu, eu é que sou do mundo, vocês devem ser o clima... e hoje chove bem...

23/11/2006

Não sei

Já me estragaram os sonhos, arruinaram as esperanças, esmagaram as aspirações, já me enterraram e eu ainda estou vivo(será que não aparento?). Penso nisso e em tudo o que me faria feliz... penso eu tudo aquilo que eu queria para mim... penso em branco pois não sei ser feliz.

Mudanças

Hoje corre-me menos sangue nas veias, vou perdendo partes de mim, com elas vai a identidade que ao mesmo tempo mantenho embora já não me conheça a mim próprio... mudanças à parte estou na mesma. Igual a mim mesmo como sempre fui e serei até ao dia em que tenha de mudar. Mas duvido que mude muito ou pelo menos repentinamente, isso não o faço, não devo, não quero. E apesar de todas estas mudanças quando eu bater e perguntarem quem é eu continuarei a responder: "Sou EU"